
Sexta-feira, Novembro 20, 2009
NOVO GERENTE

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Quinta-feira, Novembro 19, 2009
Construindo pontes

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Quarta-feira, Novembro 18, 2009
A escrita
As letras sempre o atraíram muito. No jardim de infância em sua sala havia um alfabeto em que cada letra possuía uma palavra e uma figura correspondente. Sempre que ele entrava na sala ficava imaginando como colocar todas aquelas palavras e figuras numa mesma história: o “E” de “elefante” com o “K” de “kiwi”. Talvez a primeira preocupação dele com a escrita tenha sido a imaginação que o levou a fazer muitas histórias e estórias; cada uma com suas verdades e mentiras; mas também com um pouco de si.As aulas de produção de texto no ensino médio com a professora Mirane foram essências para ele descobrir que a escrita além da imaginação pode levá-lo a reflexão sobre a sociedade a qual vive. Em uma aula na qual o tema era a fome a professora pediu para os alunos fecharem os olhos por alguns instantes. Após alguns momentos, pediu para que os abrissem e ao abrir os olhos havia um prato vazio em cada carteira. Ela questionou o que o prato vazio lembrava os alunos e a resposta foi unânime: a fome. Perguntou também se alguém já havia tido fome e alguns dos presentes naquela aula partilharam do que já haviam presenciado sobre o assunto. Depois de todo este diálogo todos escreveram um texto e perceberam a capacidade que a escrita tem sobre a reflexão: escrever é deixar marcado seu pensamento.
No terceiro semestre de graduação ao fazer uma disciplina sobre escrita de textos formais e não formais ele foi chamado por sua professora que insolentemente disse: “Seu português é péssimo!” Ele perguntou o porquê e quis explicações, logicamente. Depois desta conversa percebeu-se que além de criatividade e de exposição de idéias é preciso da “didática” e da gramática para melhor escrever. A tal coerência e coesão o perseguia.
Hoje, ele percebeu que escrever é a junção das faculdades mentais, do conhecimento de mundo e da prática de texto que, obviamente, passa pela leitura dos livros e do mundo ao redor de cada ser.
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Sexta-feira, Novembro 13, 2009
Quarta-feira, Novembro 11, 2009
Sábado, Novembro 07, 2009
Vemelho (Vanessa da Mata)
Gostar de ver você sorrir
Gastar das horas pra te ver dormir
Enquanto o mundo roda em vão
Eu tomo o tempo
O velho gasta solidão
Em meio aos pombos na Praça da Sé
O pôr do Sol invade o chão do apartamento
Vermelhos são seus beijos
Que meigos são seus olhos
Ver que tudo pode retroceder
Que aquele velho pode ser eu
No fundo da alma há solidão
E um frio que suplica um aconchego
Vermelhos são seus beijos
Quase que me queimam
Que meigo são seus olhos
Lânguida face
Seus beijos são vermelhos
Quase que me queimam
Que meigos são seus olhos
Lânguida face
Ver que tudo pode retroceder
Que aquele velho pode ser eu
No fundo da alma há solidão
E um frio que suplica um aconchego
Vermelhos são seus beijos
Quase que me queimam
Que meigos são seus olhos
Lânguida faceSeus beijos são vermelhos
Quase que me queimam
Que meigos são seus olhos
Lânguida face
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Sexta-feira, Novembro 06, 2009
Amá-la ou Amar-te.

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